16 junho 2008

O Equivoco II


A Irlanda disse Não.

O Primeiro-ministro português toma a atitude dos irlandeses como uma afronta que pôe em causa o momento mais importante da sua carreira política.

Os politicos europeus, escudados nos seus parlamentos (que são nossos) consideravam que não tinham de explicar nada aos soberanos povos da Europa comunitária. Não fosse a Constituição irlandesa que obriga a referendar Tratados desta natureza e viveriamos todos cegos sob a égide de um Tratado ignorado.
Não tenho pena. Assim é a Democracia, e assim é a Europa.
Esperemos que alguém se dê ao trabalho de começar a explicar o Tratado aos cidadãos.
Quanto ao Primeiro-ministro de Portugal, não sei se lhe servirá de consolo afirmar que se devem contar pelos dedos de uma mão os irlandeses que sabem quem é José Sócrates Pinto de Sousa.

1 comentário:

marcela disse...

la postura es: o lo aprueban de grado o de fuerza. A los irlandeses los tratan de malagradecidos, que le deben a la UE el desarrollo que tienen y amenazan con expulsar a ese país de la Unión, ahora a la República Checa directamente sí estan amenazando al gobierno.

me encanta el rumbo de la UE, destila democracia, respeto a los derechos humanos, sentido de la responsabilidad social, leyes laborales innovadoras... Igual que el Tercer Reich. El proximo mes Berlusconi pasara a llamarse Mussolinni y Sarko Hitler (porque Merkel es mujer) y habra que saludar Heil UE!!

Pobres europeos ¿adonde iran cuando la dictadura se quite la careta y caiga sobre uds con todo su peso?